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XV Reunião C. Anual
   
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PROJETO ABFCOC SORRIR SEM DOR
 
PROJETO SOCIAL:

A ABFCOC desenvolverá projetos sociais em parceria com instituições de ensino e associações de classe visando atendimento da população carente com dor orofacial e desordens temporomandibulares.

Esse atendimento será difundido por todo o Brasil e já está implantado em São Paulo.
Atendimento:

-Carga horária: 4 horas semanais

-Duração do projeto: semestral, podendo ser renovado

-Interessados: 2 ou 4 profissionais de saúde, membros da ABFCOC

-Capacidade de atendimento: até 40 pacientes/ mês, dependendo da disponibilidade de profissionais e de espaço físico.

-Público alvo: população que necessita de atendimento especializado na área e não tem condições financeiras de realizar o tratamento por meios próprios.

-Aplicação das técnicas e métodos terapêuticos discutidos nas reuniões anuais, com suporte na literatura e da comunidade científica

-Local: Clínica de Pós-graduação da FOUSP, Cidade Universitária, USP.

-Coordenação: Serviço de Oclusão e ATM da Disciplina de Prótese Fixa da FOUSP. PROJETO EDUCACIONAL:

Proporcionar bolsa de freqüência às atividades anuais da ABFCOC para os alunos de cursos de odontologia que mais se destacarem da região do evento anual.

Tem como objetivo estimular o aluno de graduação a conhecer mais profundamente a área de Dor Orofacial e Desordens Temporomandibulares, e despertar o seu interesse pela pesquisa e pelo atendimento social.

Normas:

-Todo encontro anual da ABFCOC abrirá 5 vagas gratuitas para alunos de graduação dos cursos de odontologia reconhecidos pelo MEC.

-Serão escolhidos os alunos que se destacarem em suas atividades acadêmicas durante o ano do evento, o critério de avaliação ficará a cargo da ABFCOC, considerando o desempenho do aluno nas atividades curriculares e a participação em projetos de pesquisa.

-Os acadêmicos contemplados poderão assistir as atividades didáticas da Reunião Anual, incluindo os cursos internacionais e nacionais, excluindo as atividades acadêmicas dos membros titulares, como assembléias e apresentações de novos membros.

-A inscrição ao evento será sem ônus para o aluno, ficando todas as despesas de hospedagem, alimentação e transporte por parte do estudante. PROJETO SOCIAL.

SÃO PAULO

Desde 1992, já são realizados tratamentos em pacientes com queixa de dores de cabeça e na região oro-cervical, provenientes de alterações na relação maxilo-mandibular, patologias articulares, dores musculares, cefaléias e distúrbios crânio-cervicais. Este serviço (de oclusão e ATM da disciplina de prótese fixa da FOUSP) foi criado por iniciativa do Prof. Dr. Tetsuo Saito, e sob coordenação dos Profs. Drs. Tomie Nakakuki de Campos, Matsuyoshi Mori e Ivo Contim. Do ano de 1999 até 2002 atendeu cerca de 500 pacientes com Dor Orofacial e Desordens temporomandibulares. É um Serviço com caráter transdisciplinar, com profissionais de diversas áreas médicas, como dentistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicólogas e hipnoterapêutas.Responsável: Dr. Sérgio Nakazone Jr.

Entre 1996 e 1998 a Dra. Zaira Amaral Alves de Abreu participou do projeto PAS da Prefeitura de São Paulo, colocando cerca de 2.000 aparelhos de ortopedia funcional dos maxilares em pessoas de baixa renda.

SÃO PAULO

Atendimento na Universidade de São Paulo- UNIFESP- Escola Paulista de Medicina

Instituto da Cabeça-Departamento de Morfo-logia

Relação dos membros da ABFCOC que fazem parte dos trabalhos:

Dr.Antonio Carlos Passini
Dra.Áurea Lima Fahel
Dr.Gilson Kazuo Watinaga
Dra.Heidy M.Freita e Silva
Dra.M.Regina de Campos Brandão
Dra.Maria Rita S.Rios Xavier
Dra.Rita de Cássia Pedroni
Dra.Rosemary Lopes de Barros
Dra.Rosita Colina
Dr.Sergio Eduardo Santos Marques
Dra.Tomoko Otta
Dra.Vera Lucia Mestre Rosa
Dra.Wilma Alexandre Simões

Campinas - SÃO PAULO

Dra. Adriana Tessitore
Coordena o setor de reabilitação oral nas paralisias faciais, do ambulatório de base do crânio e paralisia facial, da disciplina de ortorrinolaringologia da FCM-UnicampCoordena o setor de fonoaudiologia do ambulatório de Respiração oral, da disciplina de otorrinolaringologia da FCM-Unicamp.

Pará

Serra dos Carajás- Hospital Yutaka Takeda

Dra.Brigita Paze Alexandre e Dra.M.Esther Bueno Sleiman

Atendimento de crianças para prevenção e tratamento oclusopatias através da Reabilitação Neuro-Oclusal com Pistas Diretas Planas(Nível Inferior de Prevenção)

Rio Grande do Sul

Dra. Theopi Gregoire Varvakis
Exército da Salvação, uma entidade filantrópica mundial com sede na Inglaterra

Tem clínica médica e odontológica(fundada em 1967 por DraTheopi), atualmente trabalham 14 dentistas voluntários

Recebeu 2 prêmios de colaboração voluntária da matriz na Inglaterra: 1º de 20 anos de trabalho voluntário e o 2º Premio de 30 anos de trabalho voluntário.

Dra. Theopi atende na base situada em Porto Alegre na Rua São Pedro,1110 Bairro São Geraldo.
Sociedade dos Amigos da Criança, situada em Sapucaia do Sul- RS

É fundadora e ex-presidente da entidade

São 4 creches onde são atendidas mais ou menos 200 crianças. Salvador - Bahia
ATENDIMENTO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA – ABO

Secção Bahia

Rua Altino Serberto Barros, 138
Departamento de Ortopedia Funcional dos Maxilares.

Atendimento de crianças para prevenção e tratamento de oclusopatias através da Reabilitação Neuro Oclusal e Ortopedia Funcional dos Maxilares.
Dra. Áurea Lima Souza Fahel
Dr. Adrião Silveira Martins
Dra. Maria Amélia F. Drummond
Dra. Maria Rita S. R. Xavier
Dra. Wilma Alexandre Simões Vitória - Espírito Santo
O Projeto Sorria Vitória em parceria com a UFES realizou no ano de 2000 levantamento epidemiologico em oclusopatia nas idades de 03,07 e 12 anos e constatou indices crescentes, 59,1%,76,7% e 83,8% respectivamente, com agravos significativos em mordida cruzada anterior e posterior, mordida aberta e sobremordida.

Os dados epidemiológicos de alta prevalência das oclusopatias nas populações, registrados nas bibliografias especificas levaram a Organização Mundial de Saúde(OMS) a considerar esse problema como o terceiro em escalas de prioridades para a Saúde Pública.
Segundo Simões(1978) e Frazão(1999), as oclusopatias estão intimamente relacionadas com anomalias do crescimento e com desenvolvimento craniofacial, no período da infancia, e com a maturação do sistema estomatognatico, podendo gerar alterações morfológicas e funcionais na mastigação, na deglutição, na fonação e na respiração.

Os autores Varrela & Alanem(1995) mostraram tres hipoteses principais para explicar a mudança na oclusão em decorrencia da influencia ambiental: 1) mudança na dieta e alteração na atividade mastigatório; 2) aumento das alergias e outros fatores que podem obstruir a passagem do ar na região nasofaringiana, interferindo na respiração normal;3) o efeito nocivo do hábitos de sucção anormais.
As oclusopatias são muito freqüentes na dentição decidua e desenvolvem-se bem cedo.O diagnóstico e o tramento precoce são de fundamental importância, uma vez que se o problema não for corrigido no inicio, tenderá a evoluir com a instalação de desarmonias oclusais mais complexas podendo levar a alterações severas na ATM, desvios posturais e musculares com conseqüências ruins na fase adulta. devido aos agravos Projeto de Desenvolvimento CientíficoABFCOCcausados concluimos que o odontopediatra deve possuir conhecimento detalhado do crescimento e desenvolvimento cranio-facial e da oclusão, para estar capacitado a acompanhar o desenvolvimento ósseo e dentário da criança, possibilitando assim , o diagnostico precoce da anormalidade e sua pronta intervenção aplicando medidas preventivas

Pretende-se com este projeto prevenir e atuar nas oclusopatias, o mais precoce possível integrando as ações do Programa Sorria Vitória, nos serviços básicos do atendimento odontologicos do município com ações educativas, preventivas e restauradoras na área da oclusopatia em crianças de 0-6 anos.

Baseando-se na classificação segundo Dra.Wilma Alexandre Simões dos Níveis de Prevenção, a saber:

Nivel Nobre de Prevenção sem patologia
Nível Inferior de Prevenção
Presença da oclusopatia

“Prevenir é antecipar, é influir no desenvolvimento de uma criança, acompanhando-a e, sempre que posível, antecipando-se a ação à presença da oclusopatia, permitindo que as crianças tenham crescimento e desenvolvimento ósseo normal”(Wilma A.Simões).

 
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